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Uma vigilância eterna e permanente E por um motivo muito simples: fora da lei não existe nem paz duradoura nem salvação possível.

O processo civilizatório da Humanidade ainda não está concluído. Trata-se de uma ascensão ilimitada que não está isenta de riscos e de retrocessos. Um dos instrumentos usados para a realização dessa imensa obra planetária é a união, a razão e a força resultante da união. Devemos ao uso desses três pilares continuar trabalhando na construção de pontes que nos podem levar das cavernas para o recinto sagrado dos templos; da horda e do bando para a sociedade civil; da Terra para os amplos espaços do cosmo, enfim, da barbárie para civilização, da inconsciência para a consciência, da escravidão para a liberdade.

O coração tem razão que a própria razão desconhece. A razão, a união, ajudaram a edificar e solidificar conceitos como Lei e Justiça, amor e fortalecimento. Não há possibilidade de sobrevivência sem uma razão amorosa, assim como é impossível uma sociedade que não esteja constituída pelos elos que unem o homem e a mulher, pais e filhos, irmãos, no universo da família.

No momento, a nossa tarefa prioritária é a construção da paz e da união sobre um mundo sem lei de desordem e corrupção com gritos ecoando lava jato espalhado em todo o nosso território nacional.

O verdadeiro Maçom é um Obreiro da Arte Real, mas também pode ser um Soldado na defesa da dignidade da pessoa humana, e essa defesa se estende a povos e nações, como já se vislumbrou na luta pela independência e pela elevação do Brasil a um país livre no concerto das nações. O verdadeiro Maçom é o obreiro, o soldado e o guardião da utopia das Nações Unidas sob o império da Lei.

O preço da liberdade é a eterna vigilância. Esta frase não é estranha para nenhum Maçom. Devemos exercer o nosso papel de eternos vigilantes da lei e de obreiros comprometidos com a paz e a união, ainda que provisória. E por um motivo muito simples: fora da lei não existe nem paz duradoura nem salvação possível. Mais do que nunca, hoje e sempre, devemos manter acesa a chama da razão participante e do amor inabalável ao que é justo e perfeito.


Enyr de Jesus da Costa e Silva


Soberano Grande Comendador